Um livro para quem sente que a escola tradicional não basta… e quer saber o que pode substituí-la.
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Está aberta a Pré-venda “Educação Anarquista – Amplitude e Radicalidade (coletânea de artigos do mundo do trabalho -1903 – 1968)”, Org. Rogério Nascimento.
Este importante livro inaugura o selo “Educação Libertária” de nossa Editora N🖤K
O livro está com 20% de desconto até dia 30/11 e o envio será realizado a partir de 01/12
Este não é só um livro. É um chamado para quem acredita que aprender é um ato de comunidade.
O presente volume configura mais um árduo e bem-vindo trabalho de pesquisa, organização e reflexão de um incansável intelectual. Rogério Nascimento já nos brindou com algumas dezenas de artigos e compilações (algumas publicadas no bom e velho esquema punk do faça você mesmo) e agora apresenta uma extensa antologia, abarcando mais de 60 anos de reflexão libertária sobre educação.
Rogério Humberto Zeferino Nascimento. Professor associado III na Universidade Federal de Campina Grande leciona disciplinas de Antropologia na graduação em Ciências Sociais e no mestrado profissional de Sociologia – Profsocio. Tendo graduação (1992) em Ciências Sociais no Campus II da Universidade Federal da Paraíba (atualmente UFCG), mestrado (1996) em Ciências Sociais no Campus I da Universidade Federal da Paraíba e doutorado (2006) em Ciências Sociais pela PUC-SP. É integrante do Núcleo de Sociabilidade Libertária (NU-Sol) da PUC – SP. Publicou os livros Florentino de Carvalho, pensamento social de um anarquista em 2000 pela Editora Achiamé e Jornal e Revista de Trabalhadores: pensamento coletivo e indisciplina, experimentos e emergência de saberes anarquistas no Brasil (1907 – 1915) pela EDUFCG no ano de 2020. Foi organizador de uma trilogia de escritos de Florentino de Carvalho (1883 – 1947) Anarquismo e Sindicalismo (2008), Anarquismo e Anarquia (2010) e Anarquismo e Socialismo (2012), assim como Educação Anarquista: saberes, ideias, concepções (2012) todos pela editora Imprensa Marginal (SP). No ano de 2015, publicou uma segunda edição do primeiro livro (1927 – RS) de Florentino de Carvalho, Da Escravidão à Liberdade: a derrocada burguesa e o advento da igualdade social pela Editora Tumulto, (Seridó – RN). E fruto da sua pesquisa da revista semanal Careta (1908 – 1964) do Rio de Janeiro, publicou, (2016), Cartas de um matuto e outros causos, pelas editoras EDUFCG e Bagagem, Campina Grande, como primeiro volume da Trilogia Matuta. Por fim, além de outras atividades tem apresentado os resultados de suas pesquisas na forma de comunicações publicadas em anais de congressos universitários e coletâneas, mas também através de palestras e minicursos, dentro e fora do espaço universitário.
À escola oficial, regida por governos de direita, esquerda ou centro, não importa, é definido uma destinação decisiva de espaço difusor de uma sociabilidade do domínio, procurando tornar viável o controle dos segmentos sociais por uma classe dirigente.
Atuam nesta direção, sobretudo, fazendo as camadas extensas da sociedade se tornarem sensíveis e empáticas, motivadas e aderidas, não só acolhendo a vibração de assujeitamentos, mas incrementando-a com sua participação ativa e colaboração consciente. Como dito por Stirner, no texto abaixo indicado, o que almejam ambas, direita e esquerda, é a formação de seres humanos submissos, escravos, habituados e, mais do que isto, entusiastas das relações autoritárias.
Em pedagogia, como em outros campos, a liberdade não pode expressar-se,
nossa faculdade de oposição não pode exprimir-se; exigem apenas a
submissão. O único objetivo é adestrar à forma e à matéria: do estábulo dos
humanistas (leia-se, da direita) não saem senão letrados, do estábulo dos
realistas (leia-se, da esquerda), só cidadãos utilizáveis e, em ambos os casos,
nada além de indivíduos submissos. Sufocam pela força nossa saudável
tendência à indisciplina e impedem ao mesmo tempo o Saber de
desenvolver-se em Vontade livre. A vida escolar só engendra filisteus.
Adquirimos o hábito, em nossa infância, de resignarmo-nos a tudo o que nos
era imposto: do mesmo modo, mais tarde, resignamo-nos e adaptamo-nos à
vida positiva, adaptamo-nos à nossa época, tornando-nos seus servidores, o
que se conveio chamar de bons cidadãos (STIRNER, 2001: 77 parêntesis meus).
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