Ay Carmela

ozeda

Esta canção da Guerra Civil Espanhola, celebra os duros combates do Exército do Ebro contra os mouros, mercenários e fascistas.
Em Portugal, era muitas vezes designada por “Ay Carmela, ay Carmela”, o que representa a recuperação de uma música datada do século XIX e originariamente composta em 1808 contra a invasão francesa na Guerra da Independência Espanhola.

Viva la quinta brigada
Rumba, la rumba, la rumba, la
Que nos cubrirá de glorias
Ay, Carmela, ay, Carmela

Luchamos contra los moros
Rumba, la rumba, la rumba, la
Mercenarios y fascistas
Ay, Carmela, ay, Carmela

El ejército del Ebro
Rumba, la rumba, la rumba, la
La otra noche el río cruzó
Ay, Carmela, ay, Carmela

Y a las fuerzas invasoras
Rumba, la rumba, la rumba, la
Buena paliza les dio
Ay, Carmela, ay, Carmela

En los frentes de Granada
Rumba, la rumba, la rumba, la
No tenemos días lunes
Ay, Carmela, ay, Carmela

Ni tenemos días martes
Rumba, la rumba, la rumba, la
Con los tanques y granadas
Ay, Carmela, ay, Carmela

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ensaio sobre meus dados

Ensaio sobre os meus dados

Vejo as pessoas defendendo o capitalismo como a única forma de se sobreviver em sociedade por que a lei de oferta e procura é o que motiva a criação, a invenção e a ciência, mas vou te falar que eu estou olhando para a tela deste computador há dezoito anos sem criar, nem inventar, nem testar teorias científicas por que a planilha do Excel não vai se preencher sozinha para o meu chefe. As big tecs desenvolvem widgets todos os dias para seduzir investidores que não tem nada além de dinheiro e caem apostando milhões de dólares em virtualidades efêmeras. — Sua empresa terá acesso a dados estatísticos inéditos sobre o desejo de compra destes clientes. — Quero! Manter uma equipe de suporte com mão de obra filipina, latina, indiana, para explicar que os bugs não serão corrigidos, sai bem mais barato do que contratar mais desenvolvedores para corrigi-los. Vender dados de clínicas de aborto para quem possa se interessar, paga todos os processos judiciais que o pedido de desculpas não foi capaz de deduzir. Eles juram que a tecnologia é o campo da inovação, mas deveriam dizer imitação, cópia, plágio, roubo. Competição fazem as crianças no jardim de infância. Ninguém é de ninguém nesse colonialismo digital e nós, os ditos usuários, vamos pagando por features que eram grátis até semana passada e que, na realidade, são a razão pela qual eu baixei esse App. Mas agora eu tenho que pagar a televisão e assistir propaganda no streaming que eu já estou pagando para não ver propaganda. Se eu quiser esquecer tudo isso e sair de casa pagando um carro pelo aplicativo, para que, de fato, ele chegue até meu endereço  num tempo razoável, me custará só mais cinco reais. Todos os celulares Android ou iOS possuem algo chamado SDK que é a sigla para Kit de Desenvolvimento de Software ou Software Development Kit. Um conjunto de ferramentas que os desenvolvedores usam para criar os aplicativos do celular ou integrar serviços entre estes aplicativos. O meu interesse é falar sobre essas integrações. Você provavelmente já entrou em algum site em que foi solicitada a criação de uma conta para fazer login. Nesse momento, foi oferecida a possibilidade de logar usando a sua conta do Google ou do Facebook, o que facilita muito quando não queremos criar uma conta, apenas seguir em frente. Então nos autenticamos naquele site específico usando nossas redes sociais,  esse é um exemplo de integração onde as minhas informações foram integradas ao serviço desse outro site, ou seja, minhas informações foram compartilhadas (até certo ponto) entre esses dois serviços para que eu pudesse criar minha conta. Agora imagine que uma empresa faz integração com muitos Apps, mais de 500. Todos esses Apps oferecem serviços diferentes, seja GPS, música, banco, relacionamento, controle de período menstrual e por aí vai. Nos termos de uso desses Apps, a gente concorda em compartilhar alguns dados anônimos para melhoramentos no software. O que exatamente é feito com esses dados compartilhados ou exatamente quais dados são compartilhados e com quem? Por exemplo, sistemas de monetização (anúncios pagos nas redes sociais, aqueles posts patrocinados que sua amiga faz para vender artesanato) coletam diversos tipos de dados sobre a gente, como nossa localização, idade, gênero, gostos, curtidas, etc para personalizar os anúncios, mostrá-los só a quem interessa. Nessas integrações entre aplicativos, nada impede o comércio destas informações pessoais. Se um App que eu nem conheço está integrado ao meu aplicativo de período menstrual para coletar informação do meu GPS, o que impede esse mesmo App que eu não conheço (e nem instalei) de coletar também todos os outros dados sobre a minha saúde? Nada. Por que na prática, os aplicativos nem precisam integrar o SDK do outro aplicativo diretamente. Se um App usar qualquer sistema de monetização/rastreamento de anúncios, esse fornecedor de rastreamento poderá coletar qualquer dados seja geográficos ou outros dados e revendê-los (ou seja, conversarem de servidor para servidor sobre o usuário final sem precisar de uma integração propriamente dita, então não precisam nem citar essa negociata nos seus termos de uso, apenas exigir permissões básicas para o uso do App). Permissões que a gente aceita sem ler e mesmo que leia também não muda nada. Você já experimentou entrar em contato com alguma fornecedora de serviços telefônicos e internet? Eu já, e em menos de dez minutos, meus dados já estavam circulando a ponto de eu receber anúncios de imobiliárias diretamente em meu WhatsApp. Por que quem quer instalar internet precisa de um lar, não é mesmo? — Mas que diabos essas empresas fazem com tantos dados? — Money. Imagine uma empresa que tem integração com quinhentos outros Apps e durante a pandemia rastreou o GPS de milhares de pessoas em uma determinada região, analisou e observou um aumento significativo do número de pessoas ao redor de academias de ginástica. Dessa análise foi possível prever um padrão de comportamento para os próximos meses e se antecipar a ele. Como? Traders/investidores compraram ações dessa rede de academias de ginástica enquanto o preço estava baixo, depois lucraram alto quando as pessoas começaram a se inscrever na musculação por que as ações subiram. Lucro em cima de dados compartilhados sem autorização. Se essa situação não parece muito grave, o que me diz de empresas americanas que venderam dados de pessoas que visitaram clínicas de aborto, sua localização e as atividade dessas clínicas. Revelando quais clínicas estariam oferecendo aborto seguro fora dos estados onde a prática é proibida (há estados nos Estados Unidos onde o aborto é legal, como Colorado, Maryland, Montana, Nevada e Nova York ). Estes dados não só revelavam que alguém visitou uma clínica de aborto, mas também de onde as pessoas estavam vindo. Esse detalhe é importante porque poderia mostrar quem estava viajando de estados onde o aborto é ilegal para estados onde ele é permitido e isso está prestes a se tornar crime em muitos estados se a Suprema Corte revoga o caso Roe v. Wade. Então você está tomando

Curta – O dia que Dorival encarou a guarda – 1986

Militares Nunca Mais! O Dia em que Dorival Encarou a Guarda é um filme de curta-metragem brasileiro, de 1986, dirigido por Jorge Furtado e José Pedro Goulart. A obra é uma adaptação do oitavo episódio do livro O Amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas.[2] A trilha sonora original do filme foi feita por Augusto Licks.

ENTREVISTA COM A ANARQUISTA EMMA GOLDMAN

Emma Goldman concedeu ao jornalista Joseph Walsh do Pathe News. Após um exílio de 15 anos, Goldman é entrevistada e fala sobre diversas temáticas, como o fascismo, o mundo do trabalho americano e a iminência de uma nova guerra. Emma Goldman (1869-1940) foi uma anarquista de origem russa que, em 1885, fugindo do autoritarismo moral de sua família judia, emigrou para Rochester, Estados Unidos da América. Inspirada pelo ideal daqueles que morreram na Revolta de Haymarket, Goldman muda-se para Nova York em 1892. Ali, conheceu Alexandre Berkman e se aproximou mais diretamente dos círculos anarquistas. Inicialmente, contribuiu no periódico Die Freiheit, no Die Autonomie e no Free Russia. Tornou-se, ainda em finais do século XIX, oradora pública conhecida, realizando palestras por diversas regiões. Entre 1893 e 1895, cumpriu pena na Blackweel’s, sob a acusação de incitar a desordem. Em 1906, fundou a revista Mother Earth. Em 1910, publicou “Anarchism and Other Essays”. Devido suas críticas a Primeira Guerra, é presa e, posteriormente, deportada dos Estados Unidos, chegando na Rússia em 1919 e ali permanecendo até 1921. Em 1923, publica “My Disillusionment in Rusia”. Já em 1931, lançou sua autobiografia “Living My Life”. Durante a guerra civil espanhola, apoiou ativamente a luta antifascista. Faleceu em Toronto, Canadá, em 1940. fonte: @historiacomanil